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As pedras que ficaram

Bilhões de corpos de formato irregular, a maioria do tamanho de uma pedra e uns poucos com centenas de quilômetros de diâmetro, giram em torno do Sol na região compreendida entre as órbitas de Marte, o último dos quatro planetas rochosos, e Júpiter, o maior de nosso sistema. Esse grupo de rochas em órbita compõe o que se convencionou chamar cinturão de asteroides.

Brasileiros retificam modelo sobre a formação de aglomerados de galáxias e estrelas

José Tadeu Arantes  |  Agência FAPESP – Quando os aglomerados de galáxias e os aglomerados de estrelas (globulares) se formam, ocorre um fenômeno chamado “relaxação violenta”. Após interagirem intensamente entre si, os milhares ou até milhões de corpos chegam a uma situação de relativo equilíbrio gravitacional e a uma distribuição espacial de certo modo duradoura.

Mundos como o nosso

Uma nova fase na busca por planetas rochosos semelhantes à Terra fora do Sistema Solar, as chamadas exoterras, deverá ter início no próximo ano com a entrada em operação de dois espectrógrafos de última geração com nomes parecidos: o americano Expres e o europeu Espresso. O primeiro está em fase final de testes nos Estados Unidos e o segundo, em instalação no Chile.

Nova fonte de ondas gravitacionais é observada

Elton Alisson  |  Agência FAPESP – A contribuição para a detecção de ondas gravitacionais rendeu aos físicos norte-americanos Rainer Weiss, Barry Barish e Kip S. Thorne o prêmio Nobel de Física deste ano. Agora, um grupo de mais de 3 mil astrônomos, incluindo 60 do Brasil, conseguiu observar pela primeira vez em luz visível uma fonte dessas oscilações do espaço-tempo previstas por Albert Einstein (1879-1955) há um século.

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