Análise Mineraloquímica do Minério Manganesífero de Guaçui (ES).

 

Programa: 
geofisica
Primeiro Autor: 
Ualisson Donardelli Bellon
Ano de Publicação: 
2019
Nome da Revista/Jornal: 
XXVIII Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia ExtrativaAt: Belo Horizonte, Brasil.
Tipo de publicação: 
Artigo publicado em Congresso
localidade: 
Publicação Nacional
Autores: 
Bellon, U.D.
Autores: 
Vinco, J.H.
Autores: 
Guimarães, D.
Palavras-chave: 
Minério de manganês. Fluorescência de raios-X. Difração de raios-X.

No Sul do Espírito Santo, estão catalogadas ocorrências de minério de manganês numa faixa estreita pertencente ao município de Guaçuí. O objetivo das análises realizadas foi determinar quantitativamente a composição química do minério e determinar as principais fases minerais associadas. Os métodos utilizados envolveram a fragmentação de amostras de campo, seguida por secagem e peneiramento a 325 mesh. Parte das amostras foram homogeneizadas junto a um ligante industrial e, em seguida, foram submetidas à prensa hidráulica para geração de pastilhas que foram analisadas por fluorescência de raios-X (FRX). Na outra porção das amostras, foi aplicado o método de difração de raios-X (DRX). A FRX indicou um minério com teores médios superiores a 60% para MnO, secundariamente composto por Al2O3 (14,46%) e Fe2O3 (14,30%), além de baixos teores de SiO2 (3,63%). Essa análise indicou também teores consideráveis de elementos traço (Tb, Ce, Co). A DRX indicou presença de quartzo, gibbsita, espessartita e litiofiorita. Os resultados indicam um minério de enriquecimento supergênico de alto teor, o que é discrepante aos dados de trabalhos anteriores e requer, dessa forma, estudos mais aprofundados por meio de outros métodos analíticos de precisão superior.

AnexoTamanho
Bellon, U.D., Vinco, J.H., Guimarães, D..pdf1.33 MB